7 de junho de 2019 foi o dia Eco-Escola no ISEC

“Mas só teremos uma Terra para viver se fizermos este dia acontecer todos os dias, no ISEC e em todos os sítios por onde passamos ” (Doutora Carla Fidalgo).

É sabido que a cada minuto 1 milhão de garrafas de plástico são consumidas no mundo, mais de 8 milhões de toneladas de plástico por ano acabam no mar, em Portugal são atiradas para o chão cerca de 7.000 beatas a cada minuto… Este volume de lixo está a misturar-se com a cadeia alimentar e recentemente veio a público que o plástico que ingerimos por semana dá para fazer um cartão de crédito.

Tornou-se bastante claro que o planeta não consegue regenerar os seus recursos naturais à velocidade que estamos a exigir. Já existe a consciência de que a situação é alarmante, mas os impactos de longo prazo desta crise ambiental sobre a saúde ainda são pouco conhecidos e há quem compare esta falta de informação ao pouco conhecimento que antes se tinha em relação ao tabaco ou ao amianto.

Há estudos que traçam cenários negros sobre as consequências das alterações climáticas. Uns alertam para a elevada probabilidade de a civilização humana estar a sofrer uma ameaça existencial, estar a caminho da extinção ou mesmo acabar até 2050, por se perspetivar uma Terra basicamente inabitável, pois basta aumento de mais 1 grau para que se criem reações em cadeia que irão acelerar o colapso de ecossistemas-chave levando-nos a um ponto sem retorno.

Para evitar estas consequências é necessária uma mobilização global e urgente.

Compreendo que as decisões individuais parecem pequenas face a estas tão grandes ameaças mas acredito que todos juntos e com um objetivo comum, podemos fazer uma grande diferença.

Assim devemos fazer a separação de resíduos para a reciclagem, isto significa dar nova vida a esses materiais o que é fundamental para tirarmos menos produtos da natureza, pois já percebemos que os recursos naturais não são inesgotáveis, fazer uma utilização eficiente da energia e da água, mudar o modo como consumimos, fazendo escolhas melhores e abolindo das nossas vidas alguns itens que não necessitamos, incentivar a consciência e ação em prol da proteção do meio ambiente, e perceber a importância da contribuição de cada um de nós, no cumprimento dos deveres de cidadania, para o desenvolvimento sustentável. Coordenadora Cidadania Cultura e Desporto, Doutora Carla Fidalgo

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